Cultivado em casa versa sobre trocas e construção da solidariedade através do diálogo entre perspectivas historicamente subalternizadas nos Estados Unidos, que juntas definiram os contornos da nação: a black e a chicana.
bell hooks (1952-2001), educadora, escritora e ativista, publicou mais de 30 livros, como E eu não sou uma mulher?, Tudo sobre o amor, Pertencimento e A gente é da hora. Por esta editora, Ensinando a transgredir, Irmãs do inhame, Funk sem cortes e Partindo o pão. hooks lecionou nas Universidades de Stanford e Yale e no City College of New York antes de ingressar no Berea College em Berea, Kentucky. Amalia Mesa-Bains (1942- ) é artista e crítica cultural. Suas obras, em sua maior parte interpretações de altares tradicionais chicanos, destacam-se tanto em termos formais contemporâneos quanto pelos laços com a comunidade e a história chicana. Pioneira na documentação e na interpretação de tradições chicanas na arte mexicano-estadunidense, Amalia é também uma liderança no campo das artes comunitárias. Entre seus muitos prêmios está a prestigiada bolsa MacArthur. É professora emérita no Departamento de Arte Visual e Arte Pública da Universidade Estadual da Califórnia, na baía de Monterey.